terça-feira, 19 de setembro de 2017

DE VOLTA A ROMA: COMO TRAIR OS REFORMADORES - Nelson Ávila

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Uma regra básica na hermenêutica dos reformadores era a de que a Bíblia interpreta a própria Bíblia. Eles estavam reagindo à ideia de que a tradição é que detinha a autoridade interpretativa. A questão não era que eles desprezavam a tradição, mas apenas uma constatação de que a tradição errava e se contradizia muitas vezes, o que a desqualificava como fundamento seguro para a interpretação bíblica. Posteriormente, os reformadores expressaram suas doutrinas distintivas através de confissões, que eram falíveis e sujeitas à revisão. Isso trouxe maior clareza, especialmente num contexto de debate com o catolicismo e acusações de heresia perante os governantes. Isso também contribuiu para a propagação de sua fé. Hoje, alguns dos que se dizem herdeiros dos reformadores parecem estar fazendo o caminho contrário aos seus pais na fé, esquecendo o Sola Scriptura e tomando as confissões (a tradição) em si como chaves hermenêuticas autorizadas, o que elas nunca se propuseram a ser. O lema inaudito, mas pressuposto, de alguns parece ser: a confissão interpreta as Escrituras. Isso é um caminho perigoso de volta a Roma. É retornar ao cativeiro babilônico do papado, com a diferença de que agora não se trata mais de um homem, mas de um documento. É trair a causa pela qual os reformadores lutaram, a de que nossa única regra de fé e prática é a inerrante e infalível Palavra de Deus.

Via: Perfil do Facebook do Autor

Convites à Cristo - R. K. McGregor Wright -

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Os convites para a pessoa ir a Cristo, arrepender-se e crer, são en­contrados ao longo de toda a Palavra de Deus e são a essência do apelo evangelístico. Os arminianos parecem pensar que os convites de Deus pressupõem a capacidade de responder de um modo positivo. A Bíblia nega expressamente essa capacidade. Jesus disse bem no começo: "Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei", mas disse também "ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar" (Mt 11.27,28). Os pecadores não podem ir a Cristo, a menos que eles sejam levados a ele pelo Pai (Jo 6.44).

João 6 é particularmente explícito quanto a isso. Havendo se iden­tificado como "o pão da vida" (v.35). Jesus adverte os seus ouvintes de que eles já haviam estado com o pão da vida e não tinham crido nele. Jesus, então, lhes fala de uma categoria de pessoas que vão a ele. Ele as Chama de "todo aquele que o Pai me dá" (v.37). Em João 17.2,6,9,11 e 24 ele os identifica de novo, e écuidadoso em observar que é por eles que ele ora, não em favor de cada pessoa que existe (vs.9,20,21).

Está claro que, ao longo de todo o Evangelho de João, os convites são feitos não meramente para condenar aqueles que os recusam, mas também para proporcionar ocasiões para as ovelhas, que o Pai lhe havia dado, responderem à medida que ele as atrai a Cristo. Esse “levar” é infalivelmente eficaz no caso de todas as ovelhas, pois Jesus diz: "Todo aque­le que o Pai me dá, esse virá a mim” (Jo 6.37). Nenhum dos que vão a Cristo, quando levados pelo Pai, será rejeitado. E ninguém tentará ir sem ser levado, porque eles amam "mais as trevas do que a luz” (Jo 3.19).

A conclusão irresistível, então, é que os convites são primariamente oportunidades para as ovelhas eleitas serem distinguidas dos bodes não-eleitos. O propósito do evangelismo é a reunião das ovelhas de Cristo.

Extraído do excelente livro “A Soberania Banida” da editora Cultura Cristã

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A Séria Alegria da Oração Cristã - Richard T. Zuelch

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De acordo com o falecido Herbert Lockyer, Sr. (1886-1984), em seu livro de 1959 Todas as Orações na Bíblia, há, excluindo os Salmos, 650 claras orações na Bíblia, 450 das quais têm claras respostas registradas a elas. Incluindo os Salmos (que são todas realmente orações) há um total de 800 orações nas Escrituras.

A Bíblia, portanto, está saturada de oração. As muitas pessoas piedosas que são achadas nas páginas dos Escritos Sagrados instintivamente olham para Deus a fim de suprir suas necessidades diárias, acalmar seus temores, vingá-los de seus inimigos e providenciar salvação do pecado. Isto acontece apenas pela graça de Deus o Pai, através do Senhor Jesus Cristo, no poder do Espírito Santo.

Como crentes, nós também deveríamos viver vidas impregnadas de oração. Contudo, nós, às vezes, oramos baseados em condições. Isto é algo que nosso Senhor, durante sua vida terrena, nunca fez. Nós freqüentemente esquecemos como é precioso o dom que Deus nos deu ao prometer aos seus filhos ouvir nossas orações. A fé deveria nos levar ao trono da graça em oração. Como Calvino escreveu uma vez, “a fé não é verdadeira, a menos que assevere e traga à mente o mais doce nome do Pai – e mais, a menos que abra nossa boca para livremente clamar: “Abba, Pai” (Gl 4:6; Rm 8:15) (Institutas 3:13:15).

Há vários princípios vitais que a Bíblia nos ensina a lembrar acerca da oração. Será produtivo que os lembremos.

Oração é algo ordenado por Deus para o crente
Oração não é uma atividade opcional na vida cristã. Ela é, juntamente com a própria Escritura, nosso elo com Deus. Assim como Deus nos fala através das páginas da Bíblia, ao lermos e estudarmos, assim Ele nos ordena a falar a Ele em oração. No Sermão do Monte (Mt 5:3-7:27) nosso Senhor presumiu que a oração deveria ser parte da vida do crente: “E quando orardes ...” (Mt 6:5-7, 9). O apóstolo Paulo nos diz que a oração constante é a ‘vontade’ de Deus para nós (1 Tss 5:17-18). O escritor aos hebreus pediu a seus leitores que orassem por ele (Hb 13: 18). Tiago nos informa que “a oração do justo” tem muita utilidade aos olhos de Deus (Tg 5:13, 16).

O cristão não pode viver sem oração mais do que pode viver ser respirar ou comer. Muitas vezes, nosso Senhor esteve acordado a noite inteira em oração diante do Pai. Se Ele mesmo achou que oração era uma necessidade vital em Sua vida, quão mais deveria um crente inclinar-se no peito de seu Pai celeste em oração? Deus nos convida a ter comunhão com Ele, a fim de que possa nos abençoar.

Nós dedicamos a oração a um Deus Santo
As Escrituras no lembram que Deus é, acima de tudo, santo (Lv 11:45). Ele é inexplicavelmente santo em todos os Seus atributos e em todas as Suas ações. Do início da criação à consumação de todas as coisas, tudo que Deus é e faz demonstra a pureza de Sua absoluta santidade. “Profira a minha boca louvores ao Senhor, e toda carne louve o seu Santo nome para todo o sempre.” (Sl 145:21)

Conseqüentemente, as orações que Lhe dedicamos não devem ser expressas ligeiramente. O tempo que uma pessoa se prostra diante do trono da graça não é uma ocasião para leviandade. Nós devemos entrar na presença de Deus sabedores de que, conquanto Ele seja nosso Pai celeste que ama seus filhos encarecidamente, Ele também é o Todo-Poderoso Senhor do Universo, o qual exige ser tratado com o máximo respeito e dignidade. Isto não quer dizer que nós devamos nos aproximar dEle com temor acovardado, pois “o perfeito amor lança fora o medo” (1 Jo 4:18).

Entretanto, devemos nos lembrar que a oração é um rico privilégio dado a nós pela graça do Salvador que sofreu a morte por nós. Não podemos de forma alguma abusar dela ou ser frívolos com ela. O Deus santo espera que nos aproximemos com uma atitude de séria alegria em nossas orações.

A oração é, essencialmente, trinitariana
O cristão ora no poder habilitador de Deus o Santo Espírito, que torna apropriado, como é Seu privilégio, a obra expiatória de Deus o Filho, o qual, sozinho, lhe dá acesso ao trono de Deus o Pai.

A aproximação de Deus o Pai pode ser feita unicamente através de Deus o Filho, o Senhor Jesus Cristo (Jo 14:16). No mesmo capítulo do evangelho de João, Jesus enfatiza Sua unidade essencial com o Pai (7, 11). Logo depois, nós aprendemos que o Espírito Santo é dado aos crentes pelo Pai a pedido do Filho (16-17). Então, todas as três Pessoas da Trindade estão envolvidas na obra da oração.

Embora não haja nada nas Escrituras contra orar de forma particular a qualquer das Pessoas da Trindade, é geralmente conhecido que a oração é normalmente dirigida a Deus o Pai. Como autor do plano da salvação, é ao Seu trono que devemos nos aproximar em reverência e santo temor (Is 6). Por causa da expiação vicária efetuada por Seu Filho, Ele está sempre disposto a ouvir as orações fervorosas dos crentes aos aproximarem-se dEle em doce comunhão.

Nós podemos nos dirigir ao Pai através dos méritos de Seu Filho, e unicamente por Ele (Jo 14:6). Charles Haddon Spurgeon, em um sermão em Lucas 11:9-10 disse: “Nunca houve uma verdadeira oração dedicada a Ele que não foi ouvida. As orações mais aceitáveis em seu nível mais elevado chegam a Ele pelo caminho dos ferimentos de Cristo.”

Como a Pessoa que aplica a grande salvação de Deus aos eleitos em regeneração e conversão, o Espírito Santo energiza as orações a serem dedicadas. Em Sua onisciência, Ele é perfeitamente familiar com a profundidade de nossos espíritos e com a santa vontade de nosso Pai (Rm 8:26-27). Quando nos faltam palavras, Ele sabe imediatamente como orar por nós. Ele sabe como compor orações de modo que sejam aceitáveis ao Pai das luzes. Nós podemos descansar no conhecimento de que a oração sincera do coração do crente não será desprezada pelo Pai, que nos convida a que Lhe falemos.

Adoração é um elemento integral da oração
Louva, ó minha alma, ao Senhor. Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver” (Sl 146:1-2). “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador” (Lucas 1:46-47).

Muitos cristãos, seja por ignorância da natureza da oração ou por egoísmo, presumem que o propósito da oração é “conseguir coisas de Deus”. Na verdade, encontramos um livro sobre oração , escrito por um americano, John Richard Rice [1895-1980], no qual ele proclama que oração é somente pedir coisas a Deus. Louvor, ações de graças, ou adoração, para ele, aparentemente não constituem a oração. Pedir nunca deve ser o foco único da oração. Adorar é um grande privilégio. O crente passará a eternidade empenhado na adoração a Deus. É necessário, portanto, que devotemos muito de nossa atenção na oração, seja individual ou corporativa, pensando na adoração e louvor devidos a Deus.

Nenhuma outra atividade engajada pelo cristão pode trazer tal bênção para nossas almas como a adoração. Nenhum outro exercício que o cristão possa experimentar tem igual efeito sobre seu entendimento do ser e natureza de Deus. É santificador estar na presença de Deus e glorificar Seu nome. Nada mais que o cristão possa fazer edifica sua mente e coração como curvar os joelhos diante de Deus e conhecer sua presença soberana. Quando a adoração a Deus é feita de forma reverente e espiritual, o crente conhece a comunhão com Deus de uma forma maravilhosa.

Nós com freqüência não sabemos sobre o que devemos orar e, mesmo quando sabemos, nós oramos com motivos mistos.
 Um de nossos textos guias aqui é Deuteronômio 29:29: “As cousas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus; porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” Se nós não entendemos as “coisas secretas” que são conhecidas apenas pelo Todo-Poderoso Deus, quão menos entendemos o próprio Deus? O Espírito Santo reside dentro dos crentes para nos ajudar a orar (Rm 8:26-27).

Nós precisamos da ajuda do Espírito para superar nossas tendências pecaminosas. Nós não oramos como deveríamos, em parte, por causa de nossos motivos mistos. Muito de nossas orações é egoísta e egocentricamente orientado, devido ao fato de nosso pecado ser constantemente insistente, mesmo quando fazemos nosso maior esforço para nos concentrarmos apenas em Deus durante nosso tempo de oração. Estamos sendo constantemente arrastados pelo pecado dentro de nós. O Espírito Santo nos ajuda aqui também.

Deus prometeu suprir todas as nossas necessidades, mas não necessariamente todos os nossos desejos
Escuta, ó Deus, a minha oração, dá ouvidos às palavras da minha boca. ... Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor é quem me sustenta a vida” (Sl 54:2,4). “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá: jamais permitirá que o justo seja abalado” (Sl 55:22). 

Estas Escrituras testificam o fato de que Deus graciosamente sustenta seus necessitados filhos ao ser procurado por eles em oração. Entretanto, isto acontece quando procuramos as prioridades de Deus e não as nossas próprias. Nós temos que discordar daqueles que pertencem ao movimento do “confissão positiva”. Estes insistem que Deus é obrigado a dar aos cristãos qualquer coisa que Lhes peçam!

É ao nos humilharmos perante Ele que Ele prometeu suprir nossas necessidades. E, embora nossas necessidades, legítimas como criaturas, sejam graciosamente abastecidas por Deus, Ele está, em última instância, muito mais interessado em nossas necessidades e bem-estar espirituais. Pois nós precisamos principalmente de salvação e santificação. Nós precisamos aprender os caminhos de Deus e como segui-los. Nós precisamos nos preparar para a eternidade. Nós precisamos experimentar o perdão de Deus (João 13:10) e aquele íntimo relacionamento com Ele que a obediência à Sua Palavra fornecerá.

Muitos crentes têm testificado, ao olharem para trás em suas vidas desde a conversão, de que têm razão em agradecer a Deus por não ter Ele respondido muitas de suas orações egoístas. Eles têm visto, em retrospectiva, a sabedoria dos caminhos de Deus e têm aprendido como orar mais biblicamente de modo a glorificar a Deus e edificar os santos.

Vamos seguir seus exemplos, pedindo que nos seja dado mais do Espírito de Deus para nos dirigir, de modo a vermos nossas verdadeiras necessidades.

CULTO SEM VALOR, PESSOAS SEM VALOR - Vincent Cheung


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"Eles seguiram ídolos sem valor e tornaram-se inúteis. (Jeremias 2: 5)"(1)

É popular pensar que existe qualquer valor em todas as religiões e que existe valor e sabedoria em toda filosofia. Além disso, é dito que aqueles que acreditam em coisas muito diferentes de nós são muitas vezes indivíduos de alto intelecto e moralidade. E assim cada opinião merece nosso respeito. É notável que isso tenha infiltrado o pensamento dos cristãos, de modo que mesmo aqueles que professam o nome de Cristo muitas vezes consideram esse respeito por todas as religiões e opiniões como expressão do amor e humildade cristã.
Deus exige que nós tomemos a visão oposta. Sua opinião é que as religiões não-cristãs são inúteis. Ele revelou-se como a única divindade que poderia receber adoração, e ele ordenou que não haja outros deuses diante dele. Ele não elogia aqueles que adoram outros deuses como pessoas diversas e de mente ampla, mas ele chama suas religiões de inúteis. Ele não é enganado por outra ideia popular, que pessoas inteligentes e justas podem acreditar em coisas não inteligentes e injustas. O fato de eles participarem de uma adoração sem valor significa que eles são pessoas sem valor. 
Concordemos com Deus em todas as coisas, e junte-se a ele para chamar todos os não-cristãos sem valor. Eles acreditam em coisas sem valor, eles adoram coisas sem valor e são pessoas sem valor.

DEUS NOS SALVOU DE NOSSA INUTILIDADE e nos chamou para uma vida de adoração verdadeira. Ele nos salvou não porque tivéssemos valor, pois nós éramos tão inúteis quanto os não-cristãos ao nosso redor.
Mas ele nos salvou por causa de sua própria gentileza e para seu próprio propósito. Ele nos iluminou e nos ensinou a verdade sobre a realidade, que existe apenas um Deus, e só ele merece adoração. Ele nos chamou para nos tornar pessoas valiosas que poderiam fazer coisas valiosas e viver uma vida valiosa. Esta é a nova vida que ele nos deu através da fé em Jesus Cristo.


(1)Tradução do autor
Traducão: Teologiam Em Foco

Qualificações para os Magistrados Civis - Heinrich Bullinger

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"Para a boa eleição de magistrados, o próprio Senhor declarou as características dos homens que ele quer que sejam escolhidos com as seguintes palavras:
'E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta, e maiorais de dez...' (Ex. 18:21)
O Senhor exige quatro coisas de um bom governador.
Primeiro, que ele seja um homem de coragem, de força, isto é, que seja capaz de fazer aquilo que é escolhido para fazer. A exigência é que ele não seja um tolo, mas sábio e habilidoso naquilo que ele tem para fazer.
A segunda coisa que é mencionada, mas que na verdade é a mais importante: que ele seja temente, religioso e não supersticioso. Nenhum idolatra preserva a nação, mas destrói; um homem iniquo não defende a verdade nem a verdadeira religião, mas a persegue e expulsa de sua jurisdição. Que o magistrado seja da religião correta, sólido na fé, crente na Palavra de Deus, e sabendo que Deus está presente entre os homens e realmente se vinga conforme suas apostasias... Onde quer que os príncipes sejam amigos de Deus e frequentemente entram em conferência com ele, há esperança que estas nações prosperem. Por outro lado, há um fim assustador e infeliz para a nação em que os inimigos de Deus têm eminência.
A terceira exigência para aqueles que são eleitos e chamados para serem magistrados é que sejam verdadeiros em palavra e atitude; que não sejam hipócritas, mentirosos e enganadores, mas que sejam fiéis, simples, honestos e irrepreensíveis. Cobiça e desejos egoístas por suborno são as pragas que enforcam bons magistrados. Por causa de homens cheios de cobiça e daqueles que aceitam suborno, vende-se o juízo, a liberdade, a justiça e a própria nação ao diabo por dinheiro.
Além disso, precisam ser homens experimentados, cuja vida e reta conduta são, por suas obras, perfeitamente provadas e suficientemente testemunhadas pelo povo. Precisam ser de tal forma que transmitem autoridade e não que sejam desprezados como malandros e cafajestes vis".



Extraído: Heinrich Bullinger, Reformador da Igreja, "Qualificações para os Magistrados Civis
Tradução:Frank Brito
Via:Perfil do Facebook do Tradutor